Reuniões de família costumam ser muito divertidas, boas para relembrar o passado, dar boas risadas e matar as saudades dos parentes mais distantes. Mas, para os solteiros podem ser um tanto “estressantes”. Ainda mais para os de vinte e poucos anos. Que solteiro não foi sabatinado dezenas de vezes, e por dezenas de parentes diferentes, sobre quando irá “desencalhar” e arrumar um namorado para casar? Por que será que as pessoas insistem em pensar que a vida só pode ser completa se tivermos alguém ao lado?
Tudo bem, concordo que ter alguém para amar e ser amado é muito bom. Mas, muitas vezes não é um fator fundamental para alcançar a felicidade plena. Principalmente para aqueles que estão começando sua vida profissional, como é o meu caso. Cansei de tentar explicar que minhas prioridades, no momento, são outras. Lógico que se aparecer alguém interessante, que dê aquele frio na barriga, será bem vindo. Entretanto, se isto não ocorrer, não há problema.
O que não suporto é o peso da obrigação de ter que encontrar alguém logo para não ficar para “titia”. Como se com o passar dos anos a possibilidade de iniciar um relacionamento sério fosse se esgotando. Quer dizer então que se não me casar antes dos 30 anos nunca mais na vida vou conseguir despertar o interesse de um homem? Vou deixar de ser bonita, inteligente, interessante? Pelo amor de Deus, né?! Não é preciso ir muito longe para encontrar exemplos de mulheres maduras com uma vida afetiva muito bem “movimentada”.
Além disto, ser casado não é certeza de uma vida feliz e completa. Muitas pessoas são infelizes em seus casamentos, mas insistem em ficar juntos por medo da solidão. Acredito muito na máxima que diz: “antes só do que mal acompanhado”. Afinal, do que adianta ter alguém ao lado se não há amor, não há respeito, carinho? Isto é coisa de gente carente, sem perspectiva de futuro, de vida! E me atrevo a dizer que é exatamente essa dependência de relações afetivas que algumas pessoas têm que levam às frustrações amorosas.
Eu quero sim encontrar um amor desses de cinema, casar, ter filhos. Mas, também quero ser reconhecida profissionalmente, ser alguém, independente, não apenas um “casal”. Ter a consciência que nada é para sempre, é que se a relação não der certo, vou continuar sendo eu, apenas, como sempre fui, e seguir em frente, aberta a novas conquistas, amores. Enfim, ter a certeza que um relacionamento não completa, e sim complementa a vida. Esse negócio de metade da laranja é muito bonitinho na voz do Fábio Jr., mas na vida real, não é bem assim!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Homens que fazem “broxar”
Existe coisa pior do que homem que não sabe escrever? Alguns conseguem redigir frases que chegam a ser um verdadeiro atentado violento a língua portuguesa! Doem os olhos. Fora que é extremamente “broxante”. Imagina a cena: você num bar, paquerando um cara boa pinta, charmoso, vocês se conhecem, batem um papo legal, trocam telefones, e-mails, e um belo dia quando começam a conversar pelo MSN o cara pergunta se você está a fim de tomar um “Shop” no “Chopim” (isto mesmo, ele quis dizer Shopping, amados!). Pai Nosso! Desanima, vai?! Fala se não é broxante?!
Tá, confesso que também cometo alguns equívocos sintáticos, afinal o português é algo um tanto complexo. Mas, errar a ortografia das palavras, aí é dose pra leão. E olha que não estou me referindo apenas às palavras homófonas (iguais na pronúncia, mas com escritas diferentes). Estas até eu, às vezes, me confundo. Estou falando de palavras usadas corriqueiramente. “Cosinha” (aquela de coZinhar mesmo), “VoÇê”, “SejE”, “EstejE”, “EstRupo”, “AcordarÃO” (no tempo pretérito perfeito), entre tantas outras anomalias. Basta entrar nos “Orkuts” da vida para encontrar cada coisa que dá vontade de morrer!
Pior ainda é o uso de reticências quando não se tem noção do que elas significam né?! Pai do céu, reticências são TRÊS pontinhos que dão a idéia de inconclusão à frase. Ou seja, livre interpretação do que ficou implícito. Muitos parecem desconhecer que os famosos três pontinhos são um sinal de pontuação, como qualquer outro, e colocam cinco, dez, quinze, pontinhos como sendo reticências. Isso é algo que me dá nos nervos. Ninguém usa cinco vírgulas numa frase, nem dez acentos graves (no caso de interrogações e exclamações até que se pode dar um desconto, pois o uso indiscriminado é feito para enfatizar alguma emoção a frase).Quer algo ainda pior? “Mais” e “mas”. Santo Augustinho! Mais é pronome ou advérbio de intensidade, assim tem a ver com quantidade, aumento, comparação. E mas é uma conjunção adversativa, serve para relacionar pensamentos opostos, contrastantes. “Queria tanto te ver, MAIS estou ocupado no momento”. Chega a dar náuseas. E para completar o bendito vira e diz que vai sair do MSN porque tem “um monte de relatórios pra MIM fazer”. AH! Jesus me adiciona! Ninguém merece um jumento desses ao lado né?! E olha, estes tipos aí estão espalhados por todos os lugares. Tome cuidado!
Tá, confesso que também cometo alguns equívocos sintáticos, afinal o português é algo um tanto complexo. Mas, errar a ortografia das palavras, aí é dose pra leão. E olha que não estou me referindo apenas às palavras homófonas (iguais na pronúncia, mas com escritas diferentes). Estas até eu, às vezes, me confundo. Estou falando de palavras usadas corriqueiramente. “Cosinha” (aquela de coZinhar mesmo), “VoÇê”, “SejE”, “EstejE”, “EstRupo”, “AcordarÃO” (no tempo pretérito perfeito), entre tantas outras anomalias. Basta entrar nos “Orkuts” da vida para encontrar cada coisa que dá vontade de morrer!
Pior ainda é o uso de reticências quando não se tem noção do que elas significam né?! Pai do céu, reticências são TRÊS pontinhos que dão a idéia de inconclusão à frase. Ou seja, livre interpretação do que ficou implícito. Muitos parecem desconhecer que os famosos três pontinhos são um sinal de pontuação, como qualquer outro, e colocam cinco, dez, quinze, pontinhos como sendo reticências. Isso é algo que me dá nos nervos. Ninguém usa cinco vírgulas numa frase, nem dez acentos graves (no caso de interrogações e exclamações até que se pode dar um desconto, pois o uso indiscriminado é feito para enfatizar alguma emoção a frase).Quer algo ainda pior? “Mais” e “mas”. Santo Augustinho! Mais é pronome ou advérbio de intensidade, assim tem a ver com quantidade, aumento, comparação. E mas é uma conjunção adversativa, serve para relacionar pensamentos opostos, contrastantes. “Queria tanto te ver, MAIS estou ocupado no momento”. Chega a dar náuseas. E para completar o bendito vira e diz que vai sair do MSN porque tem “um monte de relatórios pra MIM fazer”. AH! Jesus me adiciona! Ninguém merece um jumento desses ao lado né?! E olha, estes tipos aí estão espalhados por todos os lugares. Tome cuidado!
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